Théa Murta-versão04

PSICÓLOGA SEXÓLOGA

Você está cansada de tentar e continuar se sentindo
presa quando o assunto é intimidade.

A psicoterapia especializada feminina para mulheres que querem entender o que está acontecendo e construir uma forma mais leve de viver a intimidade e o relacionamento.

Quando a intimidade começa a se tornar difícil, muitas mulheres passam a viver o encontro íntimo com dúvidas, cobranças e inseguranças. Pesquisam, tentam relaxar, tentam não pensar, mas continuam no mesmo lugar.

Se a intimidade virou tensão, medo ou afastamento, mesmo depois de tentar de tudo, existe um caminho diferente.

Se isso está acontecendo com você...

O seu corpo reage com tensão quando surge intimidade

O toque gera ansiedade em vez de conexão

O medo da dor, da frustração ou de decepcionar pesa mais que o desejo

Talvez você se reconheça em algumas dessas situações:

Muitas mulheres carregam isso em silêncio.

E acabam acreditando que o problema está nelas. Não está.

Quando sexualidade, emoções e pensamentos começam a se misturar

Sexualidade não vive só no corpo. Quando a intimidade começa a pesar, diferentes camadas entram em jogo ao mesmo tempo:

- Experiências do passado que deixaram marcas que você talvez não consiga nomear
- Medo de decepcionar ou de perder o relacionamento
- Vergonha do próprio corpo ou insegurança sobre o que você sente
- Dificuldade de falar sobre sexualidade dentro do relacionamento
- Tensão física que antecipa a dor ou o desconforto antes mesmo de qualquer coisa acontecer

Com o tempo, pensamentos, emoções e reações do corpo começam a se alimentar. Antes mesmo da intimidade acontecer, a mente já está em alerta e o corpo, em defesa. Quando isso se instala, estar presente na experiência se torna quase impossível. E o prazer, ainda mais distante.

Quando a dificuldade começa a afetar o que existe entre vocês

Intimidade e vínculo estão conectados de um jeito que é difícil de separar. Quando algo não vai bem nessa área, outras coisas começam a aparecer:

- Medo constante de decepcionar dificuldade de conversar sobre o assunto
- Não saber como começar, não saber como ele/ela vai receber
- Sensação de cobrança e expectativa constante, mesmo que silenciosa
- Brigas que parecem ser sobre outras coisas, mas que não são
- Distanciamento emocional que vai crescendo devagar
- Insegurança sobre o futuro do relacionamento

Quando a segurança vem primeiro, tudo muda

O corpo relaxa, a tensão diminui, o medo perde força, o toque deixa de ameaçar.

Prazer não nasce do esforço. Nasce da segurança.

Aqui, você não conserta o corpo. Você ensina que ele não precisa mais se defender. O prazer deixa de ser objetivo e passa a ser consequência.

Quando a segurança vem primeiro, tudo muda

O corpo relaxa, a tensão diminui, o medo perde força, o toque deixa de ameaçar.

Prazer não nasce do esforço. Nasce da segurança.

Aqui, você não conserta o corpo. Você ensina que ele não precisa mais se defender. O prazer deixa de ser objetivo e passa a ser consequência.

O Método Liberdade Íntima

É um processo terapêutico para mulheres que já entenderam que forçar não funciona.Não é curso. Não é técnica genérica. Não promete atalhos.

Para que a sexualidade volte a ser possível de forma real e sustentável, o Método Liberdade Íntima se apoia em pilares claros. Eles não funcionam de forma isolada. Eles se complementam, respeitando o tempo, a história e os limites de cada mulher.

#1 Mapeamento profundo da sua vivência sexual

Neste primeiro momento, o foco é compreender de verdade o que está por trás da sua dor: sua história, suas experiências, seus medos, suas crenças e a forma como seu corpo aprendeu a se proteger. Aqui, o objetivo é criar clareza — porque só assim o cuidado pode ser direcionado com precisão.

#2 Reconstrução da segurança corporal

O corpo precisa reaprender que ele não está em perigo. Esse pilar trabalha, de forma gradual e segura, a relação com o próprio corpo, reduzindo a tensão e o estado constante de alerta. São práticas simples, respeitosas e sem exposição forçada, que ajudam o corpo a sair do modo defesa e voltar ao conforto.

#3 Uma nova relação com pensamentos e emoções

Medo, culpa e autocobrança não desaparecem na força de vontade. Aqui, o trabalho é mudar a forma como você se relaciona com pensamentos, emoções e sensações — sem tentar controlá-los ou eliminá-los à força. Esse pilar traz mais leveza mental, menos ansiedade e mais presença.

#4 Reconexão íntima e sensorial

Com mais segurança corporal e menos tensão mental, abre-se espaço para a reconexão. Esse pilar envolve práticas graduais de contato, sensorialidade e (quando necessário) orientação para a relação a dois — sempre respeitando limites e o ritmo de cada mulher. O foco não é “fazer dar certo”, mas sentir com segurança.

#5 Sexualidade alinhada à sua vida real

A transformação só é verdadeira quando ela cabe na vida que você vive. Neste pilar, o processo se volta para construir uma sexualidade possível, sustentável e alinhada aos seus valores, rotina e momento de vida. Sem pressão por padrões irreais. Sem comparação. Sem exigências externas.

Como o acompanhamento funciona

Em vez de focar em técnicas isoladas ou respostas rápidas, a minha abordagem busca entender o que está sustentando a dificuldade, não só o que aparece na superfície.

O que trabalhamos juntas

- Sua história emocional e relacional, o que moldou a forma como você vive a sexualidade.

- Os pensamentos e sentimentos que surgem na intimidade e a relação que você tem com eles.

- Padrões de medo, evitação ou cobrança que foram se instalando ao longo do tempo a relação com o próprio corpo e com o prazer.

- A forma como a intimidade acontece dentro do seu relacionamento.

O que muda com o tempo

Cada história é diferente e o processo terapêutico respeita exatamente isso. Muitas mulheres que passam por esse processo costumam relatar:

- Menos tensão e medo antes,durante e após a intimidade.
- Mais clareza sobre o que está acontecendo com elas e por quê.
- Mais segurança emocional para lidar com o que surge.
- Mais facilidade para conversar sobre sexualidade no relacionamento.
- Reconexão gradual com o desejo e com a intimidade, no ritmo delas.

Funciona para mulheres que:

bio-2

Sou Théa Murta.

Psicóloga clínica. Trabalho há mais de 10 anos acompanhando mulheres e casais que enfrentam dificuldades com sexualidade, intimidade e relacionamento.

Minha formação inclui Sexualidade Humana, Terapia Cognitiva Sexual, Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), Análise do Comportamento e Neuropsicologia. Graduada pela Ciências Médicas de Minas Gerais (2014). CRP 04/42870.

Ao longo da prática clínica, aprendi que sexualidade raramente se explica por um único fator. Ela envolve emoções, história, o que foi vivido, o que nunca foi falado e a forma como tudo isso se traduz no corpo e no relacionamento.

O que desenvolvi ao longo desse tempo, o que chamo de Liberdade Íntima, é uma abordagem que integra esses aspectos em um processo terapêutico profundo, individualizado e seguro.

Meu trabalho é oferecer um espaço onde cada história possa ser compreendida com respeito e cuidado reais.

Quem vai te acompanhar

Sou Théa Murta, psicóloga, especializada em sexualidade feminina há 10 anos.

Meu trabalho parte de um princípio claro: sexualidade não se sustenta em técnica, mas em segurança, cuidado e presença. Minha abordagem integra psicologia baseada em evidências, trabalho emocional seguro e escuta profunda — sem julgamentos, imposições ou pressa.

Aqui, cada história é respeitada.

Especialista em Sexualidade Humana, Terapia Comportamental e Neuropsicologia. Formada em Terapia Cognitiva Sexual e Terapia de Aceitação e Compromisso. Graduada pela Ciência Médicas de Minas Gerais (2014).

CRP 04/42870

Como funciona o atendimento

Sessões individuais, 100% online por videochamada.

Ambiente confidencial. O que é dito aqui, fica aqui.
Atendimento particular (não vinculado a plano de saúde).
Sem exposição forçada, sem exercícios impostos, sem cobrança de desempenho.

O processo começa devagar, com escuta, clareza e segurança.
Sem pressão para avançar antes de estar pronta.

100% online.

As sessões acontecem por videochamada, em um ambiente confidencial e seguro.

Esse formato permite que você faça o processo do seu próprio espaço, com conforto e privacidade, mantendo a profundidade e o cuidado do acompanhamento terapêutico.

O primeiro passo não precisa ser uma grande decisão.

Pode ser só uma conversa.

Você me conta um pouco do que está vivendo. Eu te digo com honestidade se consigo te ajudar e como funciona o processo. Sem compromisso automático. Sem precisar chegar com tudo resolvido.

Pode chegar exatamente como está.

Se você está pensando em entrar em contato, talvez uma dessas dúvidas tenha passado pela sua cabeça

Muitas mulheres chegam até aqui se identificando com o que leram, mas ainda com um receio antes de dar o próximo passo.

Confira as respostas para as perguntas frequentes
ou entre em contato comigo.

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Isso é mais comum do que parece. Você não precisa chegar com as palavras certas nem com tudo organizado. Muitas vezes, a clareza sobre o que está acontecendo começa a aparecer dentro do processo terapêutico, não antes.

Esse pensamento aparece com frequência, e eu sei o quanto é pesado carregar. A terapia é justamente um espaço para olhar para essa experiência de outro ângulo, com mais cuidado e menos julgamento a fim de entender como podemos construir uma sexualidade que faça sentido para você e valha a pena ser vivida.

 

A maioria das mulheres sente isso no começo. Com o tempo, a conversa vai acontecendo de forma mais natural, no seu ritmo, respeitando seus limites. Ninguém precisa falar mais do que está pronta para falar.

Entrar em contato não é assumir um compromisso. O primeiro passo é uma conversa simples. Você me conta um pouco do que está vivendo, e eu te explico como funciona o acompanhamento. Sem pressão, sem decisão na hora.

Faz sentido ter esse receio. O que diferencia esse acompanhamento não é uma técnica específica. É a integração entre o que você sente, o que você pensa, sua história e o que acontece no seu corpo.

Muitas mulheres que chegaram com essa mesma desconfiança relatam que foi diferente.

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